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quinta-feira, 19 de novembro de 2009

Ser negro é uma questão da cor da pele?

Amanhã, dia 20 de novembro, comemoramos o dia nacional da consciência negra. Dia para se parar, pensar e refletir sobre a questão da negritude no Brasil. Recentemente, uma polêmica protagonizada pelo jogador Ronaldinho me chamou muito a atenção porque ele disse em alto e bom som que não é negro. Será?

A Revista Raça Brasil publicou "Nem mesmo sua retratação serviu para pôr panos quentes no assunto. Quando um dos maiores ídolos brasileiros da atualidade não assume suas raízes, é natural que a pergunta assuma proporções ainda maiores. Cinco jovens deram sua opinião sobre o fenômeno da negritude estar ou não associado à cor da pele"
Leia o que esses jovens pensam sobre este assunto:
Vanessa - Cor da pele não interfere na sua raça. Tenho a pele clara, mas meus bisavós maternos e paternos são negros, por isso falo que sou negra.

Jarbas - O Brasil é miscigenado. O problema no Brasil é que, politicamente, ser negro é ser inferior, basta ver o depoimento do Ronaldinho. Uma criança negra que está sofrendo este primeiro tipo de preconceito também vai querer fazer de tudo para não se sentir negra, porque o ídolo dela não se sente negro. É frustrante, principalmente porque vem de quem poderia dar o exemplo...

Denise - A questão da negritude não está só na cor da pele, está muito mais enraizada nos nossos genes. Muitas pessoas não têm consciência disso. Elas acham que é só a cor da pele que define o ser negro. Somos uns miscegenados. Não tem como negar, nossas raízes, nossa genética, não tem como negar... Quando me aceitei como negra, fiquei mais feliz. Passei a aceitar meu cabelo. Usava cabelo preso ou curto, porque achava horroroso. Agora comecei a usá-lo solto, tomei consciência de que tenho lábios grossos, quadris largos. Acho que foi com a idade. Antes, eu me achava feia. Tentava me esconder. Passei anos lutando contra isso.

Evânio - A questão da negritude é a de assumir-se negro, identificar-se negro, sentir-se negro. É mais reconhecer-se, independentemente da cor da pele. Por que eu posso me assumir negro, embora não seja preto. Sou de uma família numerosa. Sou o mais negro. Tenho cabelos crespos, olhos puxados. Ser negro é sentir-se negro pela da minha ascendência. Acho que o Ronaldinho fez uma declaração sem pensar.[...] O negro nem era considerado gente. Um dia nos deram a liberdade, deixaram-nos na rua e não nos deram escolas nem oportunidade.

Emerson - Muitos acham que, ser negro ou não, funciona de acordo com a cor da pele. A miscigenação é importante. Mas, como o Evânio falou, a condição de ser ou não ser negro é muito individual. A gente tem que se identificar com a cor, tem que se identificar com o que é ser negro, que é algo que vai muito além da cor da pele. É uma questão de coragem e de opinião. Ser negro envolve cultura, antepassados, envolve atitude, coragem, o ato de se autodeclarar negro.


E você qual sua opinião sobre este tema? Você se assume como negro?
Crédito da imagem: Profa. Maria Monteiro, da Escola Municipal Sílvio Nascimento

HINO À BANDEIRA

Quem lembra do hino da Bandeira Nacional? Há muito tempo que não o ouço!!!
A letra do Hino à Bandeira foi escrito pelo poeta Olavo Bilac e a música composta por Franciso Braga. Ele foi apresentando pela primeira vez em 9 de novembro de 1906.

Salve lindo pendão da esperança!
Salve símbolo augusto da paz!
Tua nobre presença à lembrança
A grandeza da Pátria nos traz.

Refrão

Recebe o afeto que se encerra
Em nosso peito juvenil,
Querido símbolo da terra,
Da amada terra do Brasil!

Em teu seio formoso retratas
Este céu de puríssimo azul,
A verdura sem par destas matas,
E o esplendor do Cruzeiro do Sul.

Recebe o afeto que se encerra ...

Contemplando o teu vulto sagrado,
Compreendemos o nosso dever,
E o Brasil por seus filhos amados,
Poderoso e feliz há de ser!

Recebe o afeto que se encerra...

Sobre a imensa Nação Brasileira,
Nos momentos de festa ou de dor,
Paira sempre sagrada bandeira
Pavilhão da justiça e do amor!

Recebe o afeto que se encerra...

terça-feira, 17 de novembro de 2009

Teatro: uma mistura de ficção e realidade

EMOÇÃO: PALAVRA EM QUE SE PODE RESUMIR O QUE É ATUAR.
A ARTE DE INTERPRETAR ALGO OU ALGUÉM A QUEM JAMAIS SE VIU É REALMENTE SURPREENDENTE.
FALAR, DIZER, FAZER E SABER TUDO O QUANTO FOR PRECISO EM CADA ATUAÇÃO, SE PRECISO CHORAR FOR, SORRIR TALVEZ.
NÃO IMPORTA QUAIS SEJAM OS GESTOS OU AÇÕES, TUDO SE RESUME NUMA PALAVRA: DEDICAÇÃO.
NÃO É SIMPLESMENTE ENTRAR NO PERSONAGEM OU INTERPRETÁ-LO, É PRECISO VIVER O PERSONAGEM, SENTIR O PERSONAGEM, SER O PERSONAGEM EM CADA MOMENTO.
A ÁREA TEATRAL REQUER MUITA RESPONSABILIDADE, NÃO SÓ CONSIGO MESMO, MAS COM O PERSONAGEM EM QUE SE EMPENHOU A SER.
MAS...ONDE BUSCAR INSPIRAÇÃO SE AS COISAS NÃO VÃO BEM? .......
ONDE BUSCAR EMOÇÃO, SE O CORAÇÃO JÁ SE CANSOU DE TANTO ERRAR? .......
ISTO É, PENSAR, BUSCAR E CRIAR SITUAÇÕES....
TER UMA INSPIRAÇÃO É FUNDAMENTAL,
MAS NÃO É MELHOR QUE TER NO CORAÇÃO A ALMA DO PERSONAGEM, ARTE DE ATUAR!
SE FOR PRECISO UMA MISTURA DE FICÇÃO COM REALIDADE, MELHOR AINDA!
ATRAVÉS SOMENTE DE GESTOS, É POSSSÍVEL VER E SABER DO QUE UMA PESSOA NECESSITA.
ATUAR É PASSAR DO RISO FELIZ AO CHORO DE EMOÇÃO,
É SABER QUE ANTES DE TUDO FAZER, TEM QUE HAVER AMOR NO CORAÇÃO.
ALUNA SIDIANE VIANA-TURMA 301

O velho da horta


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segunda-feira, 16 de novembro de 2009

Cidadania e paz: o Edmundo corre atrás

Feira cultural é uma busca por novos mares de conhecimento.

É procurar lugar, lugares desconhecidos, onde habitados pelo ensino, pela educação, pela motivação em aprender cada vez mais.

É se sentir bem, pois não só aprendemos algo,

Mas, o mais interessante é poder passar para as outras pessoas o que aprendemos.

Seja lições humanas ou críticas, fazer despertar não só o lado da descoberta ou da curiosidade, mas também o lado crítico de quem ensina e, principalmente, de quem aprende.

Feira cultural é isso...

É uma mistura de descobertas, de conhecimentos, de aprendizagem e de senso crítico.

Ser cidadão é ter direitos e deveres a cumprir.

Direitos esses de cumprir com suas metas e obrigações.

Dever de correr em busca de um mundo melhor é o desejo de todas as pessoas em meio a tantos caos em que vivemos em nossa sociedade.

É essa a idéia de uma feira cultural com esse tema em que podemos expressar nossas idéias para um mundo melhor.

A meta da feira é alertar, informar, ensinar, transmitir conhecimentos

as pessoas.

Temas diversos são expostos, discutidos e debatidos.

Seja na desigualdade que é expressada através do preconceito das pessoas seja ele cultural ou social.

Um dever acima de tudo nesta feira é criar cidadãos capazes de criticar, dialogar e aprender coisas novas.

Texto produzido pela aluna Sidiane (turma 301)


As influências na formação da cultura paraense

Os alunos da turma 104, tendo como orientadora, a professora cidadã Márcia Valdez, trabalhou o subtema "As influências na formação da cultura paraense". A orientação foi para que os alunos pesquisassem e produzissem vídeos e slides sobre o assunto, a fim de que a partir do olhar de cada um mostrassem as transformações culturais do cidadão parense. Os alunos utilizaram a sala de informática para produzirem e apresentarem seus trabalhos na sala de informática.



sábado, 14 de novembro de 2009

Making of: O velho da horta


Na sequência: Cássia Sidiane Wilson


Na sequência: o Velho e a Moça, passando o texto, elenco atual


 
 

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Valeu a pena? Tudo vale a pena
Se a alma não é pequena.
Quem quer passar além do Bojador
Tem que passar além da dor.
Deus ao mar o perigo e o abismo deu,
Mas nele é que espelhou o céu.

Fernando Pessoa